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Inmet emitiu um novo alerta de clima excessivamente seco em 116 cidades da Paraíba

Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um novo alerta válido desde às 12h até às 18 de baixa umidade para 116 cidades do interior da Paraíba.

Inmet emitiu um novo alerta de clima excessivamente seco em 116 cidades da Paraíba
Inmet emitiu um novo alerta de clima excessivamente seco em 116 cidades da Paraíba

Conforme o aviso, nas cidades afetadas, a umidade relativa do ar estará variando entre 30% e 20%. Há baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

As autoridades orientam que a população das áreas afetadaspelo alerta de clima seco, beba bastante líquido, evite desgaste físico nas horas mais secas e evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.

Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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Cidades afetadas pelo alerta do Inmet

As cidades afetadas pelo alerta na Paraíba são:

  1. Água Branca
  2. AguiarAmparo
  3. Aparecida
  4. Areia de Baraúnas
  5. Assunção
  6. Belém do Brejo do Cruz
  7. Bernardino Batista
  8. Boa Ventura
  9. Bom Jesus
  10. Bom Sucesso
  11. Bonito de Santa Fé
  12. Brejo do Cruz
  13. Brejo dos Santos
  14. Cachoeira dos Índios
  15. Cacimba de Areia
  16. Cacimbas
  17. Cajazeiras
  18. Cajazeirinhas
  19. Camalaú
  20. Caraúbas
  21. Carrapateira
  22. Catingueira
  23. Catolé do Rocha
  24. Conceição
  25. Condado
  26. Congo
  27. Coremas
  28. Coxixola
  29. Curral Velho
  30. Desterro
  31. Diamante
  32. Emas
  33. Frei Martinho
  34. Gurjão
  35. Ibiara
  36. Igaracy
  37. Imaculada
  38. Itaporanga
  39. Jericó
  40. Joca Claudino
  41. Juazeirinho
  42. Junco do Seridó
  43. Juru
  44. Lagoa
  45. Lastro
  46. Livramento
  47. Mãe d’Água
  48. Malta
  49. Manaíra
  50. Marizópolis
  51. Mato Grosso
  52. Maturéia
  53. Monte Horebe
  54. Monteiro
  55. Nazarezinho
  56. Nova Olinda
  57. Nova Palmeira
  58. Olho d’Água
  59. Ouro Velho
  60. Parari
  61. Passagem
  62. Patos
  63. Paulista
  64. Pedra Branca
  65. Pedra Lavrada
  66. Piancó
  67. Poço Dantas
  68. Poço de José de Moura
  69. Pombal
  70. Prata
  71. Princesa Isabel
  72. Quixaba
  73. Riacho dos Cavalos
  74. Salgadinho
  75. Santa Cruz
  76. Santa Helena
  77. Santa Inês
  78. Santa Luzia
  79. Santana de Mangueira
  80. Santana dos Garrotes
  81. Santa Teresinha
  82. Santo André
  83. São Bentinho
  84. São Bento
  85. São Domingos
  86. São Francisco
  87. São João do Cariri
  88. São João do Rio do Peixe
  89. São João do Tigre
  90. São José da Lagoa Tapada
  91. São José de Caiana
  92. São José de Espinharas
  93. São José de Piranhas
  94. São José de Princesa
  95. São José do Bonfim
  96. São José do Brejo do Cruz
  97. São José do Sabugi
  98. São José dos Cordeiros
  99. São Mamede
  100. São Sebastião do Umbuzeiro
  101. São Vicente do Seridó
  102. Serra Branca
  103. Serra Grande
  104. Soledade
  105. Sousa
  106. Sumé
  107. Taperoá
  108. Tavares
  109. Teixeira
  110. Tenório
  111. Triunfo
  112. Uiraúna
  113. Várzea
  114. Vieirópolis
  115. Vista Serrana
  116. Zabelê

Todas as áreas afetadas pelo alerta de baixa umidade

Centro Goiano, Leste Goiano, Sul Cearense, Vale São-Franciscano da Bahia, Ocidental do Tocantins, Central Potiguar, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Sertão Pernambucano, São Francisco Pernambucano, Centro-Norte Piauiense, Nordeste Mato-grossense, Sertão Paraibano, Oeste Potiguar, Oriental do Tocantins, Norte Mato-grossense, Leste Rondoniense, Sudoeste Paraense, Sudeste Mato-grossense, Norte Goiano, Sul Maranhense, Jaguaribe, Sudoeste Piauiense, Borborema, Extremo Oeste Baiano, Centro-Sul Cearense, Sul Amazonense, Noroeste Goiano, Sudoeste Mato-grossense, Noroeste de Minas, Leste Maranhense, Norte de Minas, Centro Sul Baiano, Distrito Federal, Centro Norte Baiano, Sudeste Paraense, Madeira-Guaporé, Centro Maranhense, Agreste Paraibano, Centro Norte de Mato Grosso do Sul.

Problemas do clima seco

Na estação do inverno, a redução da umidade do ar gera complicações para a saúde humana, como o agravamento de sintomas respiratórios, entre eles, o sangramento nasal. Mas o tempo seco não existe apenas nos meses frios do ano — em algumas regiões, esse fenômeno também ocorre durante o verão.
Além desses problemas, essa condição do clima causa irritações nos olhos e insuficiência em órgãos vitais, como coração e pulmões. Por isso, é importante tomar algumas precauções para diminuir os riscos.
O parâmetro adequado da umidade atmosférica deve ficar em torno de 50% e 80%. Quando fica abaixo de 30%, muitas pessoas sentem desconforto físico ou manifestam doenças. Além disso, esse estado crítico do clima torna mais graves os efeitos da poluição, pois a dispersão de poluentes é comprometida.

Existe uma grande variedade de enfermidades que se manifestam durante o tempo seco. Conheça as mais comuns e saiba como tratá-las.

Rinite alérgica

Quando o corpo humano entra em contato com agentes alérgenos (poeira, mofo, pólen, ácaros etc.), produz defesas para que não atinjam o pulmão. Coriza e espirros, por exemplo, são formas de eliminar essas impurezas. Com a baixa umidade, existem mais resíduos suspensos no ar, o que irrita a mucosa nasal e causa rinite alérgica. Um aparelho umidificador de ambiente pode aliviar o problema. Mas é importante ter cuidado para não usá-lo 24 horas por dia, pois o excesso de vapor d’água favorece o surgimento de bolor e mofo, que provocam alergias. Use o equipamento apenas na hora de dormir ou enquanto estiver no cômodo, por exemplo.

Irritações na pele

Vermelhidão e coceira na pele são sintomas de dermatite. No tempo seco, as impurezas presentes no ar podem gerar esse problema. Além disso, o organismo desidratado diminui a camada de gordura da pele, que funciona como uma barreira contra agentes externos. Tomar líquido e usar cremes hidratantes ajudam a evitar esses problemas, pois essas medidas favorecem a retenção de água enquanto estamos expostos ao sol. Reduzir a temperatura do chuveiro também previne o ressecamento.

Faringite

O ar com baixa umidade carrega vírus e bactérias. Griperesfriado e faringite são mais comuns nessa condição. Isso porque o muco das vias aéreas fica mais espesso e estimula a proliferação desses microrganismos no corpo. Beber de dois a três litros de água por dia e consumir frutas “aguadas” (abacaxi, laranja, morango, melão e melancia) ajuda a manter o corpo hidratado.

Irritações nos olhos

No tempo seco, as impurezas podem entrar em contato com a vista e causar irritações. Coceira, vermelhidão, dor e aumento da secreção lacrimal são os sintomas mais comuns. Para evitar, use óculos escuros e pingue colírios que imitam lágrimas. Antes de comprar esse medicamento, consulte seu médico, pois algumas marcas contêm corticoide, substância que pode prejudicar os olhos se usada de forma indevida.

Sinusite

Por fim, essa condição climática também afeta as membranas que revestem os seios nasais do rosto, comprometendo a drenagem do muco, que fica mais espesso pela falta de umidade. Como o ar não circula livremente, microrganismos se proliferam com facilidade e causam a sinusite, que é a inflamação nos seios da face. Os sintomas dessa doença costumam ser intensos, como dor de cabeça, cansaço, coriza espessa, febre, sangramento do nariz e pressão na face. Cuidar da rinite alérgica, umidificar o ar do cômodo com um balde de água, toalha molhada ou umidificador diminui o risco de a sinusite surgir.

 (sistema de saúde Einstein)
CLICKPB

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