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Cármen Lúcia defende sigilo da fonte: liberdade de imprensa ‘não está em questão’

A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta sexta-feira (14), que a liberdade de imprensa “não está em questão no Brasil” e defendeu o sigilo da fonte jornalística.

A manifestação da ministra ocorre dias após o ministro Alexandre de Moraes autorizar uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário do governo do Maranhão. Segundo investigações da Polícia Federal, Cutrim seria informante do jornalista Luís Pablo, que denunciou supostas irregularidades do também ministro Flávio Dino.

Questionada por jornalista sobre o sigilo da fonte, Carmén Lúcia citou dispositivos constitucionais.

“A liberdade de imprensa não está em questão no Brasil por uma simples razão: o artigo 220 da Constituição é expresso ao garantir que não existe democracia sem liberdade de imprensa. E o inciso XIV do artigo 5º também diz que é garantido o direito ao trabalho, ao ofício e à profissão, além do sigilo da fonte quando necessário ao exercício da função”, disse, durante evento promovido pela BBC News Brasil e pela BBC World Service em São Paulo.

Questionada por jornalista sobre o sigilo da fonte, Carmén Lúcia citou dispositivos constitucionais.

“A liberdade de imprensa não está em questão no Brasil por uma simples razão: o artigo 220 da Constituição é expresso ao garantir que não existe democracia sem liberdade de imprensa. E o inciso XIV do artigo 5º também diz que é garantido o direito ao trabalho, ao ofício e à profissão, além do sigilo da fonte quando necessário ao exercício da função”, disse, durante evento promovido pela BBC News Brasil e pela BBC World Service em São Paulo.

R7

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