
O atacante Raphinha foi o protagonista da conquista da Supercopa da Espanha pelo Barcelona ao marcar dois gols na vitória por 3 a 2 sobre o Real Madrid, neste domingo (11), em Jedah, na Arábia Saudita.
Eleito o melhor jogador da decisão, o brasileiro analisou o lance do terceiro gol, ocorrido aos 27 minutos do segundo tempo, com modéstia sobre o desempenho individual.
As declarações do craque
Em entrevista coletiva após o jogo, o camisa 11 associou o resultado ao esforço diário. “É um pouco de trabalho e, no final, se você trabalhar bem, a sorte vai aparecer”, afirmou o jogador. Raphinha ressaltou a dedicação ao elenco: “Eu trabalho muito, tento dar o meu melhor pela equipe e, às vezes, com um pouco de sorte, até dá certo para mim”.
O atacante também relatou o desgaste físico causado pelas condições ambientais na Arábia Saudita.
“Demos tudo de nós. Estava muito quente e fiquei um pouco emocionado no final do jogo. Era o que precisávamos”, declarou o atleta ao celebrar o troféu.
O “carrasco” de Hansi Flick
O técnico Hansi Flick reforçou a importância do brasileiro para o grupo, destacando sua força mental diante da pressão. Com os dois gols na final, Raphinha consolidou-se como o maior artilheiro do Barcelona em clássicos recentes, somando sete gols contra o Real Madrid nas últimas duas temporadas.
O retrospecto aponta que, com o brasileiro em campo, o Barcelona venceu quatro dos últimos seis confrontos contra o maior rival. Na única derrota nesta temporada, o atacante estava ausente por lesão.
No ranking de artilheiros do clássico sob o comando de Flick, Raphinha lidera com folga, seguido por Lewandowski, com quatro gols, e Lamine Yamal, com três.
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