Atirador que abriu fogo em jantar é acusado formalmente de tentar matar Donald Trump

Cole Tomas Allen, suspeito de invadir e abrir fogo durante um evento com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington D.C., foi formalmente acusado de tentativa de assassinato. O caso ocorreu na noite de sábado (25), enquanto o republicano participava do tradicional jantar anual com jornalistas correspondentes, realizado no Hotel Hilton.
Allen, de 31 anos, foi interceptado por agentes do Serviço Secreto antes de conseguir acessar o salão principal do evento, que estava lotado. No local, além de Trump, estavam a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance e outras autoridades de alto escalão do governo americano.
O suspeito compareceu pela primeira vez a um tribunal federal nesta segunda-feira (27). De acordo com a agência Reuters, ele permaneceu em silêncio durante toda a audiência. A Justiça marcou uma audiência de custódia para o dia 30 de abril.
Em coletiva de imprensa nesta segunda, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, classificou o episódio como a terceira grande tentativa de assassinato contra Trump.
Segundo ela, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, convocará uma reunião com representantes do Departamento de Segurança Interna, do Serviço Secreto e da equipe de operações da presidência para reforçar os protocolos de segurança.
Leavitt também atribuiu o atentado frustrado ao que chamou de ambiente político polarizado nos Estados Unidos. Em sua declaração, afirmou que o discurso público tem contribuído para a radicalização de indivíduos e pode incentivar ações violentas contra autoridades.
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