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Ameaças, drones de vigilância e visita da CIA: 5 sinais de que Cuba entrou de vez no radar dos EUA

Cuba enfrenta uma grave crise energética desde o fim de janeiro, quando os Estados Unidos passaram a ameaçar com represálias qualquer país que forneça petróleo à ilha.

Desde então, a escassez de energia fez com que os apagões no país se intensificassem. Em Havana, os cortes de energia já passam de 19 horas por dia, enquanto em algumas províncias a falta de luz dura dias inteiros.

Nesta quarta-feira (14), o governo cubano chegou a anunciar que as reservas de combustível da ilha “se esgotaram”, o que gerou protestos em Havana.

A tensão entre Cuba e Estados Unidos aumentou ainda mais nas últimas semanas. O governo Trump vem dando sinais de que Havana voltou ao centro de suas atenções. Ao mesmo tempo, autoridades dos dois países alternam declarações de aproximação e de confronto.

Veja abaixo quais foram esses movimentos.

➡️​Ameaças do governo Trump

 

Em meio à crescente tensão entre Cuba e EUA, autoridades norte-americanas passaram a fazer declarações sobre uma possível operação militar para “assumir” o controle da ilha caribenha.

Em março, Trump afirmou a jornalistas na Casa Branca que seria uma “honra” tomar Cuba.

“Eu realmente acho que seria uma honra para mim tomar Cuba. Seria ótimo. Uma grande honra. Eu posso libertá-la ou conquistá-la, acho que posso fazer o que quiser com ela”, declarou no Salão Oval. 

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