
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/n/v/xwk5KdSZGMPG3wXUMayg/whatsapp-image-2025-09-03-at-19.01.29.jpeg)
Praça de Iemanjá na orla de João Pessoa é inaugurada após revitalização — Foto: Prefeitura de João Pessoa
A praça de Iemanjá – orixá cultuada nas religiões do candomblé e da umbanda – localizada na orla do Cabo Branco, em João Pessoa, foi restaurada e teve uma recimônia de inauguração na tarde desta quarta-feira (3). Uma solenidade foi realizada no local para marcar a revitalização da obra.
Na praça, também fica localizada a estátua de Iemanjá, que estava decapitada desde 2016 e foi revitalizada por um homem que fez uma promessa religiosa em 2024. Envolvendo a estátua está uma redoma de vidro.
Com a reforma, a praça ganhou a criação de um largo, a inclusão de bancos, uma ciclofaixa e também a construção de estacionamento. O orçamento para a obra foi de R$ 662,7 mil.
Coordenadora de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de João Pessoa, Carla Uedler Moreira, ressaltou que a revitalização aconteceu após anos de tentativas entre as partes interessadas.
O vice-presidente da Federação Paraibana de Traduções Afrodescendentes, Elialdo de Iemanjá, celebrou a revitalização e disse que o espaço é um símbolo de suma importância das religiões de matriz africana.
Histórico de vandalismo contra a estátua
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/x/k/Lofb01QeOgAf9ouriWFw/iemanja4.png)
Após vandalismo, estátua de Iemanjá está sem cabeça, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco
O projeto de revitalização da praça de Iemanjá começou a ser colocado em pauta por causa de um ato de vandalismo, que decapitou a estátua de Iemanjá em março de 2016. Em fevereiro de 2024, ela foi restaurada por dois artistas, a mando de um homem que estaria cumprindo uma promessa.
A primeira vez que a estátua teve sua cabeça arrancada foi em abril de 2013, ocasião que as mãos da obra também foram decepadas. À época, o Patrimônio Artístico e Cultural de João Pessoa restaurou a imagem da divindade considerada pelas religiões de matriz africana rainha do mar, mas a estátua foi vandalizada novamente.






