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‘Dia muito triste para todos nós’, diz Marcelo Queiroga sobre prisão de Jair Bolsonaro

O ex-ministro da Saúde e presidente estadual do PL na Paraíba, Marcelo Queiroga, se manifestou na manhã deste sábado (22) sobre a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Queiroga classificou a data como “um dia muito triste” para os apoiadores do ex-presidente e afirmou que a prisão representa, segundo ele, “a materialização de um plano capcioso” para afastar Bolsonaro da política.

“Dia 22 de novembro é um dia muito triste para todos nós, porque representa a materialização desse plano capcioso para tirar o maior líder popular que o Brasil produziu”, declarou.

O ex-ministro também disse que a prisão de Bolsonaro já era esperada após o fim do mandato presidencial.

“Nós já esperávamos que Bolsonaro seria preso depois que deixasse a Presidência”, afirmou.

Queiroga ainda convocou os apoiadores do ex-presidente a permanecerem mobilizados politicamente.

“Não vamos desistir do Brasil. Vamos continuar vigilantes e unidos, e vamos enfrentar essa gente no voto e nas urnas”, disse.

Confira o pronunciamento completo:

 

Entenda o caso

Jair Bolsonaro (PL) foi preso na manhã deste sábado (22), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que converteu a prisão domiciliar em prisão preventiva.

A ordem foi emitida depois que o senador Flávio Bolsonaro convocou uma vigília de apoiadores em frente ao condomínio onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto. Na decisão, Moraes afirmou que o ato poderia gerar tumulto, comprometer a fiscalização e até facilitar uma eventual tentativa de fuga.

A Polícia Federal informou ainda que houve violação na tornozeleira eletrônica usada por Bolsonaro, o que reforçou o pedido de prisão preventiva. O ex-presidente foi levado para a Superintendência da PF em Brasília, onde passará por audiência de custódia neste domingo (23).

A defesa de Bolsonaro pediu que ele permaneça em prisão domiciliar humanitária, alegando problemas de saúde. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado.

Portal Paraíba.com.br

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