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‘Precisamos excluir a data’: Banco Master usou Word, PDFs e códigos para fabricar documentos falsos, diz PF

A fraude investigada pela Polícia Federal no Banco Master funcionava como uma espécie de linha de montagem digital.

A PF identificou:

  • Dados reais de clientes extraídos de sistemas internos;
  • Documentos produzidos em massa com ferramentas do Microsoft Office;
  • Páginas de assinaturas separadas por programas desenvolvidos pela área de tecnologia; e
  • Peças reunidas em novos arquivos PDF para formar dossiês de contratos que seriam apresentados como créditos legítimos da Tirreno Consultoria ao Banco de Brasília (BRB).

Quando os documentos carregavam informações que poderiam revelar sua origem ou a verdadeira data de formalização, funcionários também atuavam para apagá-las ou alterá-las.

Em um dos casos analisados pela perícia, um Termo de Consentimento que trazia originalmente a data de 24 de fevereiro de 2023 teve esse registro removido em julho de 2025.

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