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Penas mais rigorosas e mensagens com alertas: as apostas do governo contra roubos e furtos de celulares

O diagnóstico de que furtos e roubos de celulares viraram a “porta de entrada” para o crime organizado, facilitando a ocorrência de outros delitos, levou o Ministério da Justiça e Segurança Pública a priorizar o combate a essas modalidades criminosas.

O ministério aposta em duas frentes:

▶️1) mudança na lei para aumentar a pena para quem furta em benefício de alguém (do chefe de uma quadrilha, por exemplo). Aumento da pena também para quem compra celulares roubados (receptador);

▶️2) uso da tecnologia para, entre outras medidas, enviar uma mensagem para celulares roubados ou furtados quando eles forem reativados com novos chips, informando aos novos donos que o aparelho tem restrição e deve ser entregue à polícia.

Lei ‘anti-mainha do crime’

Segundo a pasta, celulares estão sendo roubados não somente para serem vendidos.

Os criminosos têm interesse nesses aparelhos porque também usam os aplicativos e os dados pessoais dos donos para fazer Pix, estelionatos e outros crimes no mundo digital.

Na última sexta (28), o ministro Ricardo Lewandowski enviou para a Casa Civil o projeto de lei que pretende atacar as quadrilhas especializadas em crimes com celulares.

O projeto visa atingir criminosos com perfil semelhante ao da “mainha do crime”, uma mulher que foi presa em São Paulo em fevereiro deste ano depois que dois homens em uma moto mataram um ciclista para levar o celular dele.

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