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Operação investiga mulher suspeita de armazenar arquivos de abuso sexual infantojuvenil na PB

Polícia Federal (PF) deflagrou a décima segunda fase da Operação Kori na manhã desta quinta-feira (11). O objetivo é reprimir crimes de armazenamento de imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil. A ação policial concentrou-se no município de Alagoa Nova/PB.

ação consistiu no cumprimento de um mandado de busca e apreensão. A ordem judicial foi expedida pelo juízo da 3ª Vara Regional do Juízo de Garantias de Campina Grande. Houve também a determinação judicial de quebra do sigilo telemático da investigada.

Durante o inquérito, as autoridades apuraram que a investigada é uma mulher de 31 anos. Ela estaria armazenando digitalmente material pornográfico. Este conteúdo envolvia crianças e adolescentes, em flagrante violação da legislação penal.

Em tese, a investigada pode ser responsabilizada pela aquisição e armazenamento do material pornográfico. Este delito está tipificado no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O crime é classificado como hediondo.

A pena para o delito pode chegar a quatro anos de reclusãoAdicionalmente, a perícia do material apreendido pode gerar a imputação de outras condutas delitivas.

O nome da operação, Kori, faz alusão à divindade “Kori Koto”. Esta entidade é tradicionalmente venerada como protetora da infância em certas culturas. Este simbolismo reforça o compromisso institucional da Polícia Federal.

Portal Paraíba.com.br

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