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Mídia estatal do Irã diz que esposa de Ali Khamenei está viva

A mídia estatal do Irã informou, nesta quinta-feira (12), que Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, viúva do ex-líder supremo Ali Khamenei, está viva. A imprensa iraniana havia divulgado anteriormente que ela teria morrido dois dias após a morte do líder religioso e político.

Segundo as informações divulgadas na ocasião, Mansoureh havia entrado em coma após sofrer ferimentos causados por uma ofensiva militar. No entanto, nesta quinta-feira, veículos estatais do país afirmaram que a informação sobre a morte estava incorreta.

“Informações de sua morte estavam incorretas”, afirmou a agência estatal iraniana.

Apesar da confirmação de que ela está viva, a imprensa do país não divulgou novos detalhes sobre o estado de saúde da esposa de Ali Khamenei.

Ferimentos de Mojtaba Khamenei

No mesmo dia dos ataques que resultaram na morte de Ali Khamenei e deixaram sua esposa em coma, o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, também teria sido ferido levemente, de acordo com a agência de notícias Reuters.

A mídia estatal iraniana, no entanto, informou que Mojtaba está “são e salvo”.

A informação foi reforçada por Yusef Pezeshkian, conselheiro do regime e filho do presidente Masoud Pezeshkian.

“Ouvi a notícia de que Mojtaba Khamenei foi ferido. Perguntei a amigos que têm contatos e me disseram que, graças a Deus, ele está são e salvo”, afirmou.

Pronunciamento do novo líder supremo

Também nesta quinta-feira (12), Mojtaba Khamenei fez seu primeiro pronunciamento após ser escolhido como líder supremo do Irã. Durante o discurso, ele afirmou que o país irá “vingar o sangue de seus mártires”, fez críticas aos Estados Unidos e anunciou novos ataques a bases militares americanas no Oriente Médio.

“Todas as bases americanas da região devem ser fechadas imediatamente. Essas bases serão atacadas”, declarou. “O Irã não se absterá de vingar o sangue de seus mártires”, acrescentou.

Pressionado por países vizinhos que foram afetados por ataques retaliatórios iranianos contra os Estados Unidos e Israel desde o início da guerra, Mojtaba defendeu a ofensiva conduzida por Teerã. Segundo ele, o país acredita na “amizade” com as nações da região e, por isso, estaria mirando apenas bases militares, mas afirmou que as ações são “inevitáveis”.

O líder iraniano também declarou que o fechamento do Estreito de Ormuz deve ser mantido, classificando a medida como um “instrumento de pressão contra o inimigo”.

PARAÍBA.COM

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