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Maestro Rogério Borges e Banda 5 de Agosto compõem para Paixão de Cristo

 

O espetáculo ‘Paixão de Cristo – Um Musical de Vida’ é feito por várias mãos que, unidas, construíram uma encenação grandiosa da vida, morte e ressurreição de Jesus. Entre os envolvidos nesse processo, o maestro Rogério Borges ficou com a responsabilidade de cuidar da direção musical da peça com dedicação, talento e sensibilidade.

O diretor executivo da Funjope, Marcus Alves, ressalta que, para o espetáculo Paixão de Cristo, foi criado um projeto que integra várias artes. “A nossa Banda 5 de Agosto, liderada pelo maestro Rogério Borges, conseguiu interagir nesse processo e garantir essa criação estética que foi belíssima e está fazendo a diferença no nosso espetáculo”, comemora.

Conforme o diretor, todos afirmam que a parte musical do espetáculo está envolvente, integrando o público. “As pessoas estão se identificando com essa parte musical e toda a história do drama de Jesus. A Banda 5 de Agosto e o maestro deram uma contribuição muito importante”, acrescenta.

Rogério Borges conta que foi um trabalho duro feito dia a dia e em conjunto com os demais participantes do espetáculo até chegar ao resultado apresentado durante a Paixão de Cristo. Na edição e execução de sonoplastia, teve o apoio de Newton Filho.

“Uma coisa boa que fizemos foi pegar os cantores do próprio elenco e nós usamos o máximo da Fundação Cultural de João Pessoa. A trilha foi gravada pela Banda 5 de Agosto e muita gente não sabe disso. É um trabalho muito lindo”, comemora.

A escolha das músicas religiosas, segundo o maestro, aconteceu no decorrer da criação do espetáculo. O diretor geral Edilson Alves também contribuiu, apontando as que mais se encaixavam na ideia da encenação. “À frente da parte musical do espetáculo, eu me sinto muito agradecido pela escolha, por ser lembrado para fazer os arranjos do musical. E está muito lindo o público cantando, acompanhando, fazendo parte do espetáculo”, afirmou.

Rogério Borges afirma que a experiência contribui para que o trabalho flua melhor. “Eu acredito que, a cada dia, vai melhorando. No domingo, eu acho que vai ser o apogeu. De quinta-feira para sexta, tiveram mudanças boas. Com tudo isso, me sinto bastante emocionado. Minha área é de composição e eu trabalho muito com trilha sonora”, diz.

A maior parte dos arranjos é do maestro e a sonoplastia se encarrega do fundo musical. As mãos do maestro atuaram nas músicas religiosas cantadas como Eu Navegarei, na cena Horto das Oliveiras; Noites Traiçoeiras, na cena da Via Crucis; Aleluia, na cena de Madalena no túmulo; A Casa é Sua, cena final.

  • Texto: Lucilene Meireles
    Edição: Cristina Cavalcante
    Fotografia: Daniel Silva e divulgação

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