
O Grande Prêmio de São Paulo de 2025 teve um impacto econômico total de R$ 2,3 bilhões, uma cifra 9,7% maior do que a contabilizada na edição de 2024.
Os valores são resultado de um estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas) com base em dados da Secretaria Municipal de Turismo e do Observatório do Turismo da SPTuris, a empresa oficial de turismo e eventos da cidade de São Paulo, e foram divulgados nesta quarta-feira (12) em um relatório da organização da prova.
Do valor total, R$ 1,4 bilhão corresponde ao impacto econômico direto, enquanto R$ 894,2 milhões foram de impacto indireto. A movimentação financeira no período analisado gerou R$ 324,4 milhões em tributos municipais, estaduais e federais, um crescimento de 9,6% em relação ao ano anterior.
Os impactos diretos incluem valores gastos pela organização, pelos patrocinadores e pelo público, enquanto os impactos indiretos são resultados da movimentação gerada pela cadeia produtiva vinculada ao Grande Prêmio de São Paulo.
Vale destacar que a Prefeitura de São Paulo investiu cerca de R$ 500 milhões no Autódromo de Interlagos, que recebeu em 7 de novembro a Certificação Ambiental de 3 Estrelas, grau máximo de reconhecimento ambiental da FIA (Federação Internacional de Automobilismo).
No balanço, o retorno da prova foi considerado positivo. Ainda segundo divulgado pela organização do GP, o IAE (Índice de Alavancagem Econômica), apontou que cada R$ 1 investido na prova deu retorno de R$ 7,14 para a economia local.



