Em São Paulo, a quinta-feira já será bem diferente. O sol volta a aparecer com mais força, e as temperaturas sobem rapidamente no estado. Ainda pode chover de forma isolada no norte paulista, Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e litoral norte.
No Sul, a maior instabilidade desta quarta-feira se concentra no Paraná e em Santa Catarina.
Há previsão de chuva moderada a forte em partes do Paraná e, ao longo do dia, também no oeste, centro e norte de Santa Catarina. As rajadas podem chegar a 50 km/h a 70 km/h no litoral sul catarinense.
Na quinta-feira, uma nova frente fria se aproxima do Rio Grande do Sul e aumenta a chuva no estado. As pancadas podem vir acompanhadas de trovoadas principalmente no centro-sul gaúcho.
Já no Centro-Oeste, a quarta será marcada por uma grande diferença entre áreas de chuva e outras ainda muito quentes e secas.
Mato Grosso do Sul concentra as maiores instabilidades, com pancadas que podem ser fortes desde a manhã e se espalhar por outras áreas ao longo do dia. Também pode chover no sul de Mato Grosso, sul de Goiás e no Distrito Federal.
Apesar da chuva em algumas áreas, o calor continua forte principalmente em Mato Grosso e Goiás.
As temperaturas podem superar 40°C no Pantanal e no noroeste de Mato Grosso. Em Cuiabá (MT), a máxima prevista chega aos 39°C.
Em boa parte do interior do país, a chuva ainda não será suficiente para mudar o padrão de tempo seco.
No Nordeste, os menores índices de umidade ficam principalmente no interior do Maranhão, Piauí e Bahia. Em algumas áreas, os valores podem cair abaixo de 12%.
A chuva fica mais concentrada perto da costa, entre Rio Grande do Norte e Alagoas, além de pontos do litoral baiano.
As temperaturas também seguem elevadas. No norte do Piauí e no sudeste do Ceará, as máximas podem chegar aos 38°C. Em Teresina (PI), os termômetros podem alcançar 37°C.
No Norte, a chuva aparece principalmente no Amazonas, Roraima, Amapá e norte do Pará.
Já o Tocantins e o centro-sul do Pará continuam com calor forte e baixa umidade. Em algumas áreas tocantinenses, os índices podem cair para perto de 12%.
G1