
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como “Niño Guerrero”. Apontado como líder da facção criminosa Tren de Aragua, ele era considerado um dos criminosos mais procurados da Venezuela.
O anúncio foi feito nesta sexta-feira (12), na rede social Truth Social. Na publicação, Trump afirmou que o Comando Sul dos EUA realizou um “ataque cinético rápido e letal” que resultou na eliminação do líder da organização.
🔍 “Ataque cinético” é um termo militar que se refere ao uso de força física direta para destruir ou neutralizar um alvo. A ação pode envolver armamentos convencionais, como mísseis, bombas, drones armados, artilharia e disparos de tropas.
Segundo Trump, a operação foi conduzida em coordenação com autoridades venezuelanas. Ele afirmou que a ação representa um duro golpe contra o grupo, que classificou como uma das organizações terroristas mais violentas do mundo.
Na mesma publicação, Trump voltou a criticar a política migratória do ex-presidente Joe Biden. Segundo ele, a abertura da fronteira sul dos EUA permitiu a entrada de criminosos ligados ao Tren de Aragua em território americano.
A informação foi repercutida por veículos internacionais como Reuters e Associated Press (AP). As agências destacaram que “Niño Guerrero” era apontado pelas autoridades americanas como um dos principais responsáveis pela expansão internacional do Tren de Aragua.
Segundo a Reuters, a facção surgiu no sistema prisional venezuelano e ampliou sua atuação para diversos países da América Latina. O grupo é acusado de envolvimento com tráfico de drogas, tráfico de pessoas, extorsão, sequestros e lavagem de dinheiro.
Ainda de acordo com a imprensa internacional, Washington classificou o Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira. Os EUA também haviam imposto sanções contra integrantes da organização e ofereciam recompensa por informações sobre seus líderes.
Até o momento, autoridades venezuelanas não divulgaram detalhes sobre a operação mencionada por Trump. Também não houve esclarecimentos públicos sobre as circunstâncias exatas da morte de Niño Guerrero ou sobre a participação de agentes locais na ação.
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