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Seis dias após cirurgia, Bolsonaro tem ‘boa evolução clínica’, mas segue sem previsão de alta da UTI, diz boletim

Seis dias após cirurgia, Bolsonaro tem ‘boa evolução clínica’, mas segue sem previsão de alta da UTI, segundo boletim divulgado pelo Hospital DF Star, onde Jair Bolsonaro (PL). Este é o sexto dia de internação do ex-presidente após a cirurgia de 12 horas realizada no último domingo (13), em Brasília.

O procedimento cirúrgico foi realizado para tratamento de uma “suboclusão intestinal” – uma obstrução parcial do intestino causada por aderências formadas após múltiplas cirurgias anteriores, em decorrência da facada que levou em 2018.

“[Bolsonaro] mantém boa evolução clínica, sem dor e sem outras intercorrências. Mantém melhora laboratorial dos marcadores inflamatórios. Realizou tomografias de controle, sem evidência de complicações ou intercorrências”, afirma o comunicado da equipe médica neste sábado.

De acordo com o boletim, o ex-presidente segue em jejum oral e recebe nutrientes por via intravenosa (nutrição parenteral).

Bolsonaro está sendo submetido à fisioterapia motora, com caminhadas fora do leito de UTI, e respiratória. A equipe médica manteve neste sábado a recomendação de que o ex-presidente não receba visitas.

Caminhadas pelo hospital

Em vídeos publicados ao longo da semana, Bolsonaro apareceu caminhando com a ajuda de um andador e foi acompanhado pela equipe médica. Depois, em outro registro, o ex-presidente apareceu acompanhado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Segundo a equipe médica, Bolsonaro apresenta estabilidade clínica, sem dor, sangramentos ou outras intercorrências. Além da equipe médica, a recomendação é de que apenas familiares visitem o ex-presidente.

Procedimento complexo

Segundo o cardiologista da equipe, Leandro Echenique, esta cirurgia – a sétima desde o atentado – está entre “as mais complexas” feitas no ex-presidente. A longa duração do procedimento, inclusive, já era esperada.

Durante a cirurgia, os médicos identificaram que a obstrução intestinal era causada por uma dobra no intestino delgado, que dificultava o trânsito intestinal. O problema foi corrigido com a liberação de aderências.

 

PARAÍBA.COM

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