Elaine Soares, de 54 anos, viúva de Paulinho, do Roupa Nova, surpreendeu os seguidores ao revelar que espera o primeiro filho do cantor, que morreu em dezembro de 2020 vítima de Covid-19. Ela revelou a gravidez na segunda-feira (6), no dia em que o músico completaria 69 anos, e contou ter usado gametas congelado de Paulinho, que teria feito o procedimento ao descobrir um câncer.

“Esse é o maior presente de aniversário para nós dois. Lembra dos gametas que congelamos e que só eu tenho autorização para usar? Pois é. Em breve nosso baby estará aqui. Meu melhor presente. Obrigada papaizinho”, dizia a publicação de Elaine, que foi mostrada no programa Balanço Geral, da Record. O perfil dela no Instagram é trancado, e Elaine usou uma foto de uma mulher grávida para ilustrar seu post.

Paulinho teve câncer e passou um transplante, e segundo o programa, ele teria congelado espermatozóides ao receber o diagnóstico.  Em seu post, Elaine afirmou ter autorização para usar as gametas. Ela está numa disputa judicial com os filhos do cantor, Twigg de Souza Santos e Pedro Paulo Castor dos Santos, para ter reconhecida a união estável com Paulinho e ser incluída na divisão da herança.

ENTENDA

No começo do ano, Elaine contou a Quem que os dois filhos de Paulinho não a incluíram no inventário sobre a questão da divisão de bens do vocalista do Roupa Nova. “Soube que eles abriram o inventário logo depois da morte do pai, no dia 16 de dezembro, na 7ª Vara da Comarca da capital, e não me incluíram. Desde o início, queria fazer tudo de forma consensual, não queria, nem quero, briga nem confusão. Vivi durante 16 anos com o Paulinho uma vida marital. Nosso acervo de fotos de viagens já mostra. A vida do Paulinho era eu e ele era a minha vida. Ele era totalmente dependente emocionalmente de mim e eu também dele”, afirmou.

Na ocasião, o advogado dos irmãos enviou um comunicado a Quem sobre o assunto, negando que Twigg e Pedro Paulo tivesse agido de forma a excluir Elaine do inventário e que ela foi procurada por eles “especificamente para se reunirem e tratarem de todas as formalidades e burocracias decorrentes da morte, tais como a expedição de certidão de óbito, o inventário, as custas com os advogados, os processos e as despesas para administração e a manutenção dos bens herdados, mas ela recusou a reunião alegando que não estava bem no momento para tratar desse assunto.”

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