Desde que a campanha de vacinação contra a Covid-19 foi iniciada em janeiro de 2021, a Paraíba já recebeu seis remessas, totalizando 343.380 doses das vacinas Coronavac e Oxford/Astrazeneca. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado, 210 mil doses dos imunizantes foram aplicadas na população prioritária. Até o momento, 157.102 pessoas já receberam a primeira dose da vacina.

O Estado receberá do Ministério da Saúde nesta quarta-feira (10) a sétima remessa, para ampliar a cobertura dos idosos de 75 a 79 anos. Serão mais 26.620 doses para atender a 30% do público alvo vigente. Na mesma entrega, os municípios receberão 16.390 doses para aplicar a Dose 2 de quem recebeu a vacina na semana de 15 a 19 de fevereiro. Com isso, a SES terá distribuído até esta quinta-feira (11) um total de 368.898 doses dos imunizantes. O grupo prioritário da fase atual é idosos acima de 75 anos.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Imunizações da SES, Isiane Queiroga, a Paraíba já recebeu seis remessas de vacina e a SES distribuiu os profissionais de saúde que trabalham na linha de frente e 100% da população alvo de indígenas, idosos institucionalizados, portadores de deficiência institucionalizados, população acima de 90 e 80 anos. Ela explica que o esquema vacinal é de duas doses, sendo o intervalo entre a primeira e a segunda dependendo do laboratório fabricante.

“Nós temos dois laboratórios fornecedores até o momento. A vacina do Instituto Butantã, que é a CoronaVac, tem o intervalo entre as doses de 28 dias. Após 15 dias da Dose 2, a pessoa vai estar imunizada. A Astrazeneca, que é a vacina do laboratório Fiocruz, tem o intervalo entre elas de 90 dias e também após 15 dias da Dose 2 a pessoa deve estar imunizada”, explica.

A coordenadora reforça que, para ter a imunidade completa, é necessário tomar as duas doses no tempo oportuno. “Estamos percebendo que a adesão da população está caindo. É muito importante estar com o esquema vacinal completo para se atingir a imunização das pessoas, principalmente dos idosos, que é a população que apresenta a maior mortalidade pela doença”, pontua.

Além disso, ela ressalta que não se deve relaxar nas medidas de prevenção como o uso da máscara, a lavagem das mãos ou uso do álcool em gel e no distanciamento, evitando as aglomerações.

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