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O Twitter removeu na segunda-feira (10) ao menos 11 postagens do pastor Silas Malafaia. Em uma das publicações, ele chamou de “infanticídio” a vacinação infantil contra a covid-19.

 

A mensagem foi alvo de protestos de internautas que levantaram a  hashtag #DerrubaMalafaia e pediram a remoção imediata da publicação.

Ao GLOBO, Malafaia criticou o Twitter e afirmou que a medida de apagarem os seus posts é uma “moderna ditadura”:

— Falam em democracia, falam em liberdade de expressão, mas só vale a deles. Eu tenho que rir. Eu fico rindo. Nós estamos vivendo (um período) pior que a ditadura. Porque na ditadura era ditadura mesmo. Todo mundo já sabia. Agora nós temos uma moderna ditadura. Alguém não gosta do que você fala, ou dos seus posicionamentos ideológicos, e vem fazer pressão.

Malafaia é aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL), que frequentemente critica as vacinas. Também na segunda-feira (10), o presidente voltou a atacar a vacinação de crianças contra a covid-19.

Em entrevista à Rádio Sarandi, do Rio Grande do Sul, o chefe do Executivo disse que a Pfizer, farmacêutica que produz imunizantes para a faixa etária entre 5 e 11 anos, não se responsabiliza por possíveis efeitos colaterais. A aplicação da vacina nessa faixa etária, contudo, foi recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Depois de tentar dificultar a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, ao considerar a exigência de uma prescrição médica, o Ministério da Saúde anunciou que o processo começará ainda em janeiro. Nesta semana, devem chegar as primeiras doses do imunizante da Pfizer para esse grupo etário.

 

 

 

 

 

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