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A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) alerta que os prejuízos acumulados conjuntamente pelas empresas que operam os serviços de transporte público por ônibus urbano em todo o país e pelos poderes públicos concedentes, já alcançam R$ 21,37 bilhões desde março do ano passado, decorrente da queda do número de passageiros e da obrigatoriedade de manutenção da oferta para garantir o distanciamento social devido à pandemia da Covid-19. Esse prejuízo já fez com que 52 empresas suspendessem a prestação dos serviços ou permanecessem sob intervenção ou recuperação judicial, até o momento.

A NTU adverte que a falta de políticas de apoio ao setor, principalmente por parte do governo federal, e a manutenção das atuais regras dos contratos de concessão podem levar a um aumento de pelo menos 50% nos preços das tarifas de ônibus em todo o país a partir de janeiro do ano que vem, quando começam as revisões tarifárias previstas em contrato.

A demanda atual de passageiros é, na média nacional, 37,3% menor que a do período prépandemia; já a oferta atual é apenas 16,6% menor que a média anterior.
De janeiro/2020 a setembro/2021 foram perdidos 87.497 postos de trabalho em todo o
segmento de transporte público urbano de passageiros, segundo dados do Painel do
Emprego da Confederação Nacional do Transporte (CNT).
A tarifa pública (cobrada do passageiro) é atualmente de R$ 4,04, na média nacional.

 

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