
O governo Lula avalia que o uso político do tema de minerais estratégicos, como terras raras, pode representar um risco à soberania nacional.
Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que o assunto vem sendo explorado por adversários com viés eleitoral, que sugerem um maior alinhamento do Brasil a interesses internacionais, especialmente dos Estados Unidos.
A crítica refere-se a declarações recentes de integrantes da oposição — a exemplo do pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — que defendem a aproximação com Washington para inserir o país na cadeia global de minerais críticos, em meio à disputa geopolítica com a China.
Para o governo, esse tipo de discurso reduz a autonomia brasileira e transforma recursos naturais em instrumento de campanha.




