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Os senadores Romário (PL-RJ) e Paulo Rocha (PT-PA) discutiram hoje no plenário do Senado, durante votação de um projeto que regulamenta as atividades de profissionais de educação física. Outros congressistas apartaram a briga.

“Não bota o dedo na minha cara não, que eu não te desrespeito. Para de graça que não joguei p* nenhuma contra ninguém. Vai fazer graça para a casa do c*, que não é o fortão dessa p*”, disse o ex-jogador ao colega parlamentar.

 

No momento, a Casa pautava um projeto de lei que regulamenta a atuação do Conselho Federal de Educação Física e os respectivos conselhos regionais.

O projeto foi aprovado por 36 votos a 15 e segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL).

O que provocou a discussão

A matéria, que provocou a briga dos parlamentares, determina que professores de educação física devam se inscrever nos conselhos federais e regionais para exercer o magistério.

Segundo a proposta, caberá às entidades regionais registrar os profissionais, expedir carteiras de identidade profissional, arrecadar taxas e anuidades, julgar infrações, aplicar penalidades e fiscalizar o exercício profissional.

Segundo o projeto, se for condenado em alguma inspeção, o profissional estará sujeito a advertência escrita, com ou sem aplicação de multa, suspensão ou cancelamento de registro. A multa deverá ser equivalente ao valor de uma a cinco anuidades.

Um dos pontos da regulamentação se refere à obrigação de professores de educação física terem de se vincular a esses conselhos e à fiscalização para poderem exercer a atividade —a obrigatoriedade pressupõe o pagamento de anuidades.

A bancada do PT tentou derrubar a obrigatoriedade dessa vinculação, mas a emenda com esse objetivo apresentada pelo partido foi rejeitada, com o parecer da senadora Rose Freitas (MDB-ES).

Uol

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