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Veja o que se sabe sobre o caso da turista mordida por tubarão em Fernando de Noronha

A advogada Tayane Dalazen, de 36 anos, foi mordida por um tubarão durante um mergulho em Fernando de Noronha. O ataque aconteceu na sexta-feira (9), enquanto ela praticava mergulho de apneia (veja vídeo acima).

No momento do mergulho, Tayane estava com duas amigas e acompanhada pelo guia de turismo Erivaldo Alves da Silva, conhecido como Nego Noronha.

Veja abaixo o que já se sabe sobre o caso:

  • Qual local a turista estava?
  • Qual espécie mordeu a turista?
  • A mordida foi em que parte do corpo?
  • Como a visitante foi socorrida?
  • Como é o comportamento da espécie?
  • O caso será investigado?

Tayane Dalazen fazia mergulho de apneia em frente à Associação dos Pescadores de Noronha, no Porto de Santo Antônio. O local é conhecido pela grande concentração de tubarões e costuma ser procurado por visitantes que desejam observar os animais.

A turista foi mordida por um tubarão-lixa, também conhecido como lambaru. A espécie tem o nome científico Ginglymostoma cirratum e é comum em Fernando de Noronha.

Tayane foi mordida na perna. Segundo ela, o animal ficou preso ao membro. A espécie tem o hábito de se fixar na presa. A advogada relatou ainda que o guia de turismo deu socos no tubarão até que ele soltasse a perna.

A turista foi socorrida pelo guia de turismo Erivaldo Alves da Silva, que a acompanhava no mergulho. Ele prestou os primeiros atendimentos no local. Em seguida, a amiga de Tayane, a dermatologista Caroline Pereira, fez a limpeza do ferimento. Depois, as duas seguiram para o Hospital São Lucas, onde a visitante foi atendida e recebeu alta.

O tubarão-lixa não é considerado uma espécie agressiva. Um vídeo mostra o momento em que um mergulhador bate com uma câmera na cabeça do animal. Segundo Tayane, a mordida aconteceu logo após essa ação, o que pode ter provocado a mudança no comportamento do tubarão.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) abriu uma investigação para apurar o ocorrido. Segundo o representante do órgão, Mário Douglas, a alimentação irregular de tubarões na região pode aumentar os riscos de incidentes. Ele afirmou ainda que o mergulho no local poderá ser proibido.

G1

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