O trabalho da força-tarefa realizada no fim de semana passado no Mercado Central, no Centro de João Pessoa, resultou na retirada de 106 toneladas de entulho, lixo e podas. A ação coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedub) envolveu diversas pastas e contou com a participação de órgãos como Defesa Civil, Cagepa, Polícia Militar e Emlur. Em apenas dois dias, mais de 100 trabalhadores realizaram serviços de reparos e limpeza em função das fortes chuvas registradas no final do mês de fevereiro. Também foram feitas ações preventivas para evitar novos danos em áreas do Mercado.

 

O secretário da Sedurb, Fábio Carneiro, destacou a importância da ação, principalmente no que se refere a melhorias que garantam avanços nas condições de higiene do local. “A força-tarefa foi responsável por solucionar muitas demandas antigas, e quem ganha com isso, com certeza é o povo que frequenta o local”, afirmou. Após o final da ação, os entulhos e lixo foram depositados no Aterro Sanitário Municipal, parte das podas foram trituradas e transformadas em compostagem para uso como adubo orgânico e os entulhos de alvenaria foram destinados à Usina de Beneficiamento de Resíduos Sólidos.

 

Cuidado com a higiene do local – A ação também compreendeu o cuidado com a higiene do local. Na oportunidade, foram feitas a desinfecção e lavagem de pavilhões e outros espaços, atendendo às recomendações de protocolos de autoridades sanitárias. Na quarta-feira (10), foram instaladas pias portáteis em diversos pontos do mercado, como forma de garantir melhores condições de higiene a comerciantes e consumidores. Antigas pias que apresentavam péssimas condições sanitárias foram desativadas.

 
 

De acordo com o diretor de paisagismo da Sedurb, Jair Soares, a estrutura do Mercado também foi alvo de uma intervenção importante. Ele ressaltou que cerca de 60 galerias que se encontravam entupidas foram desobstruídas. “Fizemos uma grande ação voltada também para a estrutura do Mercado, que possui mais de 70 anos. Iniciamos a recuperação da parte elétrica e pintura dos pavilhões, assim como providenciamos a recuperação da calha e outros reparos”, disse.

 

Durante a ação foram identificados e desativados diversos pontos clandestinos de água e ligações irregulares de esgotos à rede pluvial, que desaguavam na Lagoa do Parque Solon de Lucena. Além dos problemas ambientais, as ligações clandestinas elevam o custo da água pago pela Prefeitura no local. A legislação municipal prevê que os permissionários de espaços públicos tenham o consumo de água e energia individualizados.

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