Diante do cenário de desidratação da popularidade de Jair Bolsonaro, por causa do atraso da vacina, o governo decidiu apostar todas as fichas na eleição das mesas do Congresso. A ideia é colocar força total nas campanhas de Arthur Lira, na Câmara, e de Rodrigo Pacheco, no Senado, de modo a garantir que o Legislativo tenha presidentes mais simpáticos à agenda palaciana.

Um dos principais responsáveis por reforçar a busca de votos de Pacheco e Lira, no Planalto, é o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, que tem acompanhado diariamente os avanços e retrocessos de cada um dos candidatos, contabilizando votos contra e a favor, e utilizando as boas relações com os partidos para abrir caminho aos candidatos do governo.

Até uma “sala de guerra” foi criada no Planalto para ajudar na consolidação de apoios e alianças. Parlamentares que conversaram com Ramos nos últimos dias e têm atuado na tropa governista afirmam que a missão é de máxima importância. “Ramos costuma dizer que eleger Lira e Pacheco é a missão das nossas vidas”, diz.

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