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A farmacêutica Pfizer anunciou, na última sexta-feira (17), que prevê que a pandemia de Covid-19 não deve terminar antes do ano de 2024. Na ocasião, a companhia também afirmou que uma versão em dose mais baixa de sua vacina, para crianças de dois a quatro anos, produziu uma resposta mais fraca do que se esperava, o que acabou atrasando a autorização.

Segundo executivos da Pfizer, um teste clínico de uma vacina atualizada sob medida para combater a variante Ômicron deve começar em janeiro, mas ainda não está definido se isto será realmente necessário. A vacina é desenvolvida pela empresa em parceria com a BioNTech, da Alemanha, com a qual a Pfizer desenvolveu o imunizante utilizado atualmente.

De acordo com o diretor científico da farmacêutica, Mikael Dolsten, a empresa prevê que algumas regiões continuem a enfrentar níveis pandêmicos de casos de Covid nos próximos um ou dois anos. Segundo ele, alguns países farão a transição para “endêmicos”, com um número de casos administrável durante o próximo biênio. Em 2024, a doença deve ser endêmica em todo o mundo.

A companhia disse também que atualmente espera que a vacina gere receitas de 31 bilhões de dólares (R$ 177,4 bilhões) no próximo ano. Doses específicas para variantes, se necessárias, poderão aumentar as vendas em 2022.

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