A Paraíba registrou aumento no consumo de oxigênio em relação ao ano de 2020, principalmente após o aumento de casos de Covid-19 no estado. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, na transição de 2020 para 2021, o aumento foi de 50%. Mesmo assim, o estado segue monitorando o estoque e garantindo o abastecimento das unidades hospitalares.

O aumento foi ocasionado, segundo o secretário executivo de saúde, Daniel Beltrammi, também, por causa da maior disponibilização de leitos estaduais (1.028) este ano. Mas além de monitorar a distribuição do oxigênio, a Paraíba dispõe de usinas próprias, responsáveis por dar suporte às unidades que estão sob a responsabilidade do estado.

“É óbvio que tivemos um considerável aumento no volume do consumo, mas estamos fazendo um monitoramento diário na rede, e também acompanhando a capacidade de distribuição de fornecedores. O nível tem se mantido. Temos também equipamentos que produzem oxigênio, extraindo diretamente do ar. Então é um trabalho contínuo”, disse.

Apesar da situação tranquila, o Estado seguirá monitorando os níveis de oxigênio e fazendo um acompanhamento direto dos serviços hospitalares. “Isso não nos permite ficar em regime de desatenção. São 34 hospitais sob a responsabilidade do estado bem como 4 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), também. Hoje os estoques estão garantidos e abastecidos, e inclusive estamos aumentando a capacidade de usinas para que possamos garantir abastecimento em um cenário de maior consumo”, concluiu Beltrammi.

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