O que somos? Alguns acreditam que nunca morrerão e se conduzem no mundo com arrogância, com grande egocentrismo, não respeitando seus semelhantes, sequer possuem compromisso com família e, na verdade, só agem no sentido de estabelecerem condições materiais para a pretensa caminhada por essa existência, imaginariamente, eterna.

Acreditam ser o próprio Deus.

É uma pena. O homem não passa de um mero transeunte desse planeta terra. Apesar dos avanços tecnológicos vivenciados nos dias atuais, o certo é que pouco sabemos, ainda, sobre o que há realmente no universo. Na verdade, na nossa própria terra existem enigmas que guardam segredos até hoje. As pirâmides do Egito. Toda a engenharia, cultura e segredos que tais estruturas guardam, sem dúvida, colocam milhões de interrogações sobre a história do homem.
O que há sob o grande volume de neve existente na seara dos Polos Sul e Norte. Lugares inóspitos e que as geleiras guardam segredos que os nossos olhos mortais não conseguem alcançar. O que existe nas profundezas dos oceanos, na zona da abissal da Fossa das Marianas, com mais de 11 mil metros de profundeza.
O homem é pequeno demais diante de tantas perguntas, sem respostas. A grandiosa impenetrabilidade no conhecer claramente sobre a explicação, por exemplo, dos aspectos supracitados, são responsáveis em gerar um turbilhão de interrogações que deixam tempestuoso o raciocínio da humanidade, provocando medo do ainda desconhecido.
Transeuntes ou passageiros de uma existência terráquea, rápida e extremamente efêmera, o homem tem que compreender que a vida é bela e que nunca devemos esquecer o pensamento de Ramakrishna: “os ventos da graça sopram o tempo todo. Você só precisa içar suas velas.” Icemos, pois, nossas velas para a construção de um mundo mais justo, de paz e amor.

Onaldo Queiroga

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