O Estado da Paraíba já registra 310 (trezentas e dez denúncias por propaganda eleitoral irregular referente às Eleições 2022.

O município de João Pessoa segue liderando o ranking e a cidade de Campina Grande continua em segundo lugar em relação ao número de denúncias registradas por propaganda eleitoral irregular. A informação é do aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral em 2014 para receber queixas da sociedade sobre irregularidades em campanhas.

De acordo com dados oficiais, o total de denúncias na Paraíba já é de 172 e está distribuído da seguinte forma: João Pessoa (97), Campina Grande (61), Santa Rita (24), Catolé do Rocha (14), Cabedelo (11), Itapororoca (8), Zabelê (7), Rio Tinto (6), Taperoá (5), Guarabira (4), Sapé (8), Bananeiras (3), Conde (3), Juripiranga (3), Bayeux (3), Mataraca (3), Patos (3), Paulista (3), Picuí (3), Alhandra (2), Areial (2), Barra de São Miguel (2), Cruz do Espírito Santo (2), Pedras de Fogo (3), Sousa (2), Sumé (2), Aparecida (1), Araruna (1), Aroeiras (1), Baía da Traição (1), Bernardino Batista (1), Cajazeiras (1), Caldas Brandão (1), Capim (1), Casserengue (1), Dona Inês (1), Duas Estradas (1), Esperança (1), Fagundes (1), Ingá (1), Lagoa Seca (1), Mamanguape (1), Montadas (1), Monteiro (1), Natuba (1), Nova Palmeira (1), Princesa Isabel (1), Santa Luzia (1), São Bento (1), São Mamede (1), Tavares (1) e Teixeira (1).

Além de irregularidades na propaganda, é possível denunciar outras práticas proibidas pela legislação eleitoral, tais como: compra de votos; abuso de poder econômico; abuso de poder político; uso da máquina pública para fins eleitorais; e uso indevido dos meios de comunicação social. A apuração de todas essas irregularidades compete ao Ministério Público Eleitoral.

Sobre o aplicativo

app é gratuito e pode ser encontrado nas lojas virtuais Apple Store e Google Play, bem como em formulário web no Portal do Pardal. No site, é possível fazer o acompanhamento das denúncias, acessar estatísticas de abrangência nacional e estadual para todas as eleições a partir de 2018 e obter orientações sobre o que é ou não permitido durante a campanha eleitoral.

 

portaldacapital

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