O nome da jornalista paraibana Rachel Sheherazade teria entrado para uma lista de “detratores” do governo de Jair Bolsonaro. A informação foi divulgada nesta terça-feira (1º) pelo colunista Rubens Valente, do site UOL.

De acordo com Valente, na lista de “detratores” onde ele mesmo teria sido incluído, ainda aparecem outros nomes, como o de Vera Magalhães, Guga Chacra, Xico Sá, Hildegard Angel, Luis Nassif e, também, os de vários professores universitários.

Uma empresa de comunicação teria sido contratada pelo Governo Federal para orientar como o órgão deveria lidar com o os 81 profissionais e “outros formadores de opinião” considerados influenciadores em redes sociais.

A medida a ser tomada varia entre “o monitoramento preventivo das publicações da influenciadora”, o “envio de esclarecimentos para eventuais equívocos que ele publicar” ou mesmo “propor parceria para divulgar ações da Pasta”.

O “Mapa de influenciadores” foi produzido pela BR+ Comunicação que possui um contrato com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) que é aproveitado pelo ME por meio de um Termo de Execução Descentralizada de junto de 2020, no valor total de R$ 2,7 milhões, que inclui outros serviços de comunicação.

Os nomes estariam distribuídos entre “detratores”, “neutros informativo” e “favoráveis”.

Clique aqui e confira a íntegra da informação.

Na tarde desta terça (1º), a BR+ Comunicação emitiu uma Nota de Esclarecimento dizendo que o uso do termo “detratores” teria sido “um erro de processo já corrigido pela empresa“.

Confira abaixo a íntegra da Nota:

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