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O presidente do PSD, , vê Jair Bolsonaro como o presidente que mais aparelhou o governo federal. “O Brasil vive hoje uma situação bastante difícil. Um governo que ameaça, que aparelha como nunca. Talvez nem na ditadura se aparelhasse tanto”, disse em evento do grupo Derrubando Muros, uma iniciativa cívica de empresários, intelectuais e políticos, nesta sexta-feira (3/12).

Kassab é um dos defensores de uma candidatura de terceira via de centro. O seu partido tem como pré-candidato o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que se filiou no fim de outubro ao PSD. Para que uma opção como essa vingue, avaliou Kassab, é necessário “desprendimento”.

Kassab avaliou que é mais fácil unir pessoas em torno do objetivo de afastar alguém. “É mais fácil unir pessoas, partidos, projetos, quando sabemos o que não queremos e não queremos aqueles que querem acabar com nossa democracia, nossa liberdade de imprensa”, afirmou.

Ele reconhece, entretanto, as dificuldades de uma candidatura de centro. “No mundo das redes socais, aqueles que defendem posições extremas tem mais facilidade de repercussão porque são mais intensos. O centro é mais conciliador e pode passar nesse mundo a impressão que é inerte, mas não é”, analisou.

Por conta disso, continuou Kassab, “o centro precisa ter mais protagonismo, mais capacidade de comunicação. Senão, vamos continuar perdendo espaço”, analisou.

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