Segundo ele, as medidas restritivas anunciadas nesta segunda-feira (22) pelo governador João Azevêdo são o início de uma fiscalização mais rigorosa.

“ Estamos no pior momento da pandemia, nós tivemos em maio de 2020 uma ocupação de 93% e nesse momento temos 84%, mas temos dois elementos que temos que considerar, que são as novas variantes, que promovem a maior propagação do vírus, e os reflexos do carnaval. Então não podemos ter a inocência de pensar que vai melhorar nos próximos dias, porque não vai. Vai piorar durante a primeira quinzena de março e a segunda quinzena infelizmente teremos as mortes decorrentes das atitudes indevidas durante o carnaval”, ressaltou.

Geraldo ressalta ainda que todas as medidas são necessárias para evitar o colapso do sistema público de saúde com ausência de leitos para o cidadão que por ventura venha a precisar.

“Então é o pior momento e por isso que as medidas de contenção são extremamente necessárias para que nós não tenhamos o colapso da rede pública, fato este que nós conseguimos evitar ao longo de um ano e não podemos nesse momento permitir que o cidadão paraibano não tenha um leito de hospital disponível, daí a necessidade dessas medidas”, completou.

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