A jornalista dinamarquesa Louise Fischer, de 26 anos, que ganhou fama no mundo todo ao realizar uma reportagem sobre a reabertura de clubes de swing na qual chegou a fazer sexo com um dos entrevistados, disse que não ultrapassou os limites do jornalismo, em uma entrevista concedida ao blog Page Not Found.

A reportagem foi transmitida em um jornal matinal de uma rádio no último dia 24, mas repercutiu na Europa dias depois. Ela conta que, ao realizar a matéria, tinha ideia de que poderia fazer sexo, mas que não seria algo obrigatório.

“Eu tinha uma ideia de que faria sexo, mas não queria que fosse algo obrigatório. Eu queria fazer isso se fizesse sentido para a reportagem. Então tomei minha decisão final de fazer sexo quando estava no clube de swing e quando comecei a falar com as pessoas e percebi como elas são tímidas. Foi porque topei a atividade sexual que eles toparam falar comigo mais abertamente e também dessa forma os ouvintes puderam ter uma experiência plena da noite de reabertura no clube”, disse Louise.

Ela conta que foi sua primeira vez em um clube de swing e que queria que os ouvintes se sentissem como se estivessem lá. “Fazia parte da minha estratégia fazer uma reportagem o mais genuíno e próximo possível da realidade. Eu queria levar os ouvintes o mais perto possível do clube de swing e das pessoas”, contou a repórter.

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