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A empresária Luiza Helena Trajano esteve na Paraíba nesta segunda-feira, 22, para uma série de compromissos que incluiram uma audiência com o governador do Estado, João Azevêdo (Cidadania), um almoço com políticos, uma entrevista coletiva e principalmente para receber o título de cidadania paraibana proposto pela ex-deputada estadual Eva Gouveia (PSD) e entregue pelo atual deputado Tovar Correia Lima (PSDB) durante sessão solene da Assembleia Legislativa.

Pouco antes de receber a homenagem, ela conversou com a imprensa e evitou entrar na discussão iniciada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em conversa com apoiadores, pela manhã ele disse, sem citar nomes, que uma “empresária socialista” havia perdido R$ 30 bilhões depois de declarar apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eu fiquei sabendo disso faz 15 minutos e não tenho o que falar. Eu nunca estive com Lula e não fui convidada para ser vice. Eu sou convidada para ser vice, pelo jornal, de todos os partidos porque parece que o perfil é o de uma mulher. E ações são assim: elas sobem e descem. Ele não citou nomes, falou uma mulher, mas devo ser eu”, riu, Luiza. Ela, contudo, disse que não é socialista. Na verdade, fugiu das pechas políticas, afirmando que defende causas, independente da ideologia que elas representem: “Eu sou a favor da Bolsa Família e quando falo isso, dizem que eu sou socialista. Mas eu também sou a favor da privatização dos Correios e quando digo isso, dizem que sou de direita. Eu sou a favor de causas para o Brasil e acho que a desigualdade social deve ser enfrentada. Isso é ser socialista? Então, eu sou. Mas, sou empresária. Eu nunca me filiei a partido político e não recebi político algum para fazer qualquer convite formal. Eu fui desde o início a favor da vacina. Mas, sobre o presidente, o que eu vou dizer? Eu não sou candidata”.

Mais do que isso, Luiza disse que não tem experiência para exercer um cargo político. “Eu tenho condições de ser uma brasileira para defender um planejamento estratégico para o Brasil. O grupo Mulheres do Brasil vai fazer uma proposta para valer para o Brasil, coisa que não existe até hoje”.

Luiza declarou seu amor pela Paraíba e disse que já conhecia o Estado há décadas: “Eu amo a Paraíba. Quando era novinha, vim para o Hotel Tambaú e pensei que queria começar um negócio aqui. Eu conheço Patos, Areia… e quando compramos as Lojas Maia, houve uma pressão grande para levar a sede a Pernambuco. Eu conversei com o então governador Eduardo Campos e disse que não queria tirar a sede daqui da Paraíba. E aqui construímos um Centro de Distribuição maravilhoso. Então, eu acho que mereço esse título porque sou apaixonada pela Paraíba”.

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