Atualmente, segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), o mundo tem mais de 12,7 mil armamentos nucleares. O arsenal de cada país é variado e há mais de 9.000 ogivas equipando mísseis, aviões, barcos e submarinos.

A quantidade exata de armas atômicas por nação é algo difícil de traçar, o que faz com que dados divergentes sejam divulgados.

No último mês de junho, um balanço realizado pelo SIPRI (Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo) indica que a Rússia armazena 5.997 ogivas, enquanto os Estados Unidos possuem 5.428.

A diferença em relação aos demais países é considerável. Em terceiro lugar, com apenas 350 armas nucleares, está a China, seguida pela França, com 290, e pelo Reino Unido, com 225.

Já dados mais recentes da Federation of American Scientists, indicam uma queda notável no arsenal bélico de dois dos principais países ao redor do mundo: Estados Unidos e Rússia.

Enquanto China, França, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte mantêm o mesmo número de ogivas nucleares registrado em junho, o país liderado por Joe Biden teve uma diminuição de 5.428 para 3.708, enquanto a nação comandada por Vladimir Putin foi de 5.997 a 4.477.

O número também é o mais baixo desde que o arsenal atômico americano atingiu seu pico, no auge da Guerra Fria, em 1967, quando eram contabilizadas 31.255 ogivas.

LAURENCE SAUBADU, GAL ROMA, NICOLAS RAMALLO, MARIA-CECILIA REZENDE/AFP – 2.8.2022

Apesar disso, os dados referentes a Coreia do Norte, um dos poucos países que ainda realiza testes atômicos no século 21, chamam atenção. Em outubro, o líder norte-coreano Kim Jong-un advertiu que as forças nucleares estão totalmente preparadas para uma “guerra real”, o que pode indicar que a nação tem mais de 20 ogivas armazenadas.

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