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Principal vilã da inflação de outubro, com salto de 3,1%, a gasolina ainda segue mais competitiva do que o etanol para os motoristas de todos os estados e do Distrito Federal, de acordo com dados coletados na última semana pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Conforme o levantamento mais recente do órgão regulador, divulgado na última sexta-feira (12), o preço médio cobrado pelo litro da gasolina nos postos brasileiros subiu 0,64% na semana passada e passou a ser vendido por, em média, R$ 6,753.

O etanol, por sua vez, também manteve a trajetória de alta verificada nas últimas semanas. Com o reajuste de 1,89%, o litro do álcool combustível é comercializado pelo valor médio de R$ 5,394.

Apesar de e o etanol custar menos em todas as regiões, a conta considera que abastecer com álcool só vale a pena quando o valor do combustível custar menos do que 70% do preço cobrado pela gasolina.

A diferença significativa ocorre porque o veículo abastecido com álcool gasta mais litros para percorrer a mesma distância que o com gasolina.

O cálculo permite ainda afirmar que o biocombustível deve ser evitado, principalmente, no Rio Grande do Sul (98%), em Roraima (95,6%), em Santa Catarina (93,2%) e em Rondônia (90,4%). Nos estados, o valor cobrado pelos dois combustíveis é quase o mesmo.

Dono da maior disparidade, o Rio Grande do Sul tem o preço médio do litro do etanol mais caro do Brasil (R$ 6,943) e o sexto mais alto para a gasolina (R$ 6,943).

A diferença entre os valores cobrados só inferior a 80% em sete estados: Alagoas (79,4%), Rio Grande do Norte (79,3%), Minas Gerais (78,9%), Mato Grosso (78,7%), Pernambuco (78,4%), Paraíba (77,2%) e Goiás (73,4%).

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