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Em transmissão ao vivo feita pelo Ministério da Saúde no Facebook nessa segunda-feira (10), o ministro Marcelo Queiroga anunciou a redução do tempo de isolamento para pacientes que testaram positivo para covid-19 e estão com casos leves e moderados. O período, que já foi de 14 dias, passou de 10 para 7 na nova definição.

Segundo Queiroga, caso no quinto dia de isolamento o paciente estiver sem sintomas respiratórios, sem febre e uso de medicamentos há 24 horas, ele pode fazer um teste PCR ou de antígeno. Caso o resultado seja negativo, ele poderá sair da quarentena, já se for positivo, o isolamento deve permanecer até o 10º dia. Após esse período, se não houver sintomas, não será necessária a realização de testagem.

O especialista da Fundação Oswaldo Cruz e professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Júlio Croda, afirmou ao Estadão, que não existe consenso na comunidade científica a respeito do tempo ideal de isolamento. Porém, ele alerta que as ações do governo levam em conta a perda de força de trabalho pelo isolamento prolongado, apontando que não há dados científicos consistentes para essa tomada de decisão.

Croda destaca que 18% dos infectados podem transmitir a doença entre o sexto e o nono dia após o diagnóstico.

O Estadão também ouviu outros especialistas que consideram a redução um tempo muito curto e “bastante arriscado”. Clique aqui para ver a matéria na íntegra.

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