A nove dias de deixar a presidência da Câmara, Rodrigo Maia continua sentado sobre 11 pedidos de comissões de inquérito (CPIs).

Alguns estão na “gaveta” dele há dois anos, inclusive para investigar as relações promíscuas entre governos do PT e Cuba, entre 2003 a 2016, que podem ter custado ao Brasil o equivalente aos gastos anuais de R$30 bilhões do programa Bolsa Família.

Avesso a investigações, Maia fala agora em CPI sobre a “confusão” do governo no combate à pandemia. Mas “matou” uma CPI para investigar abuso de crianças na internet.

Há só uma CPI na Câmara de Maia, a do Derramamento de Óleo nas praias do Nordeste, cuja última reunião foi em março de 2020.

Há nas gavetas um pedido para investigar a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desde 2019, muito antes do apagão no Amapá.

Outro pedido de CPI que “aguarda despacho” de Maia investigaria crimes de abuso sexual de crianças e adolescentes na internet.

Uma CPI que dormita na Câmara propõe investigar os gastos do governo federal com publicidade. Essa tem até recurso de deputado à Mesa.

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