A Polícia Civil de São Paulo concluiu laudos que apontam que a morte da pessoa que estava como voluntário da Coronavac não tem relação com a vacina. O inquérito policial ainda está em andamento, entretanto, os investigadores também já estão convictos de que se tratou de um suicídio.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu suspender na última terça-feira (10) os testes da vacina contra a covida-19 por causa da morte do farmacêutico de 32 anos. A vacina vem sendo desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, em pareceria com o Instituto Butantã. A Anvisa autorizou a retomada da pesquisa na última quarta-feira (11).

A vítima morreu em 29 de outubro e o caso foi registrado como suicídio pela Polícia Civil desde o primeiro momento. Agora, o resultado do exames do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) reforçam a tese dos investigadores. Os resultados indicaram que a morte resultou de “intoxicação exógena por agentes químicos”, conforme a Secretaria de Segurança Púbica.

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