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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Diante da expansão acelerada da variante ômicron do coronavírus, a Itália tornou novamente obrigatório o uso de máscara ao ar livre nesta quinta (23). Além disso, o ministro da Saúde, Roberto Speranza, pediu que as pessoas usem as máscaras do tipo PFF2, que protegem mais, no transporte público, nos teatros, cinemas e em eventos esportivos.

As medidas vêm no momento em que o país registra um recorde de infecções diárias: foram 44.595 casos de Covid nesta quinta, em comparação aos 36.293 do dia anterior, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Morreram de Covid 168 pessoas, sendo que na quarta (22) morreram 146.

Também foram banidas as celebrações de Ano-Novo. Shows e eventos ao ar livre serão proibidos até 31 de janeiro, e as danceterias terão que fechar até essa data, em um esforço para evitar a socialização em massa durante o período de férias.

Speranza disse que quase 89% dos italianos foram vacinados, mas o governo quer acelerar a aplicação das doses de reforço, vistas como o escudo mais eficaz contra a variante ômicron, que está varrendo a Europa e os Estados Unidos.

Os ministros também concordaram em reduzir a validade dos certificados de saúde da Covid-19, que são necessários para acessar uma variedade de locais e serviços, em reconhecimento ao fato de que a eficácia da vacina diminui com o tempo.

A partir de 1º de fevereiro, os certificados que registram se alguém foi vacinado ou se recuperou recentemente do coronavírus terão validade de apenas seis meses, em vez dos nove atuais.

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