Como escolher peixe fresco para Páscoa: veja dicas para não errar na compra

O consumidor deve redobrar a atenção ao comprar peixes e mariscos nesta época do ano, período em que a procura por esses alimentos cresce significativamente. Especialistas e frequentadores de mercados de pescados destacaram que a observação rigorosa da aparência e do armazenamento é fundamental para garantir a segurança alimentar e a qualidade do produto à mesa.
Para não cair em ciladas na hora da compra, o segredo inicial é não ter pressa. A qualidade do peixe pode ser verificada logo no primeiro contato visual. Segundo as orientações de quem entende do pescado, os olhos do animal devem estar brilhantes, bem arredondados e sem aspecto opaco.
A textura da carne também é um indicador crucial de frescor. A pele precisa estar firme ao toque e as escamas devem estar bem presas ao corpo, sem se soltarem facilmente. Outro ponto de inspeção obrigatório são as guelras, que precisam apresentar uma cor viva e avermelhada.
No caso de espécies específicas, como a arraia, o consumidor deve observar se a carne apresenta uma tonalidade rosada. O odor é mais um fator determinante: o peixe fresco tem cheiro característico de mar, e qualquer odor forte ou desagradável (semelhante a podre) indica que o produto não está próprio para o consumo.
Cuidados com mariscos e conservação
A atenção deve ser mantida ao escolher mariscos, especialmente porque muitos são comercializados em pacotes fechados. Nesses casos, a confiança no estabelecimento e a higiene do local de venda tornam-se os critérios principais. É essencial que os produtos estejam devidamente acondicionados e refrigerados em balcões limpos.
A forma de conservação no ponto de venda reflete diretamente na durabilidade do alimento. O uso de gelo é indispensável para manter a temperatura baixa e evitar a proliferação de bactérias que deterioram o pescado rapidamente.
Transporte seguro até a residência
O cuidado com o alimento não termina no momento do pagamento. A forma como o pescado é levado para casa exige planejamento por parte do consumidor. Devido às altas temperaturas, o ideal é realizar o transporte em coolers ou caixas de isopor.
Manter a cadeia de frio é o que garante que as propriedades nutricionais e o sabor do peixe sejam preservados até o preparo. Alguns consumidores e feirantes sugerem até o uso de sacos de gelo adicionais dentro das embalagens de transporte para compensar o tempo de deslocamento do mercado até a cozinha.
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