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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Líderes do centrão e membros do mercado financeiro afirmam que a permanência de Paulo Guedes como ministro da Economia se dá só por falta de um plano B.

Auxiliares de Bolsonaro fizeram intensa busca por um substituto durante a semana passada, mas não conseguiram chegar a um nome considerado adequado.

Integrantes da ala política sondaram ao menos dois nomes de fora do governo para eventualmente substituir Guedes: André Esteves e Mansueto Almeida, ambos do BTG Pactual. Este último chegou ao conhecimento do próprio Guedes, que falou sobre o episódio em entrevista na semana passada.

Além desses, houve conversas também com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que recusou qualquer possibilidade de assumir o cargo.

Apesar de o ministro da Economia ter cedido e topado revisar o teto de gastos para assegurar o Auxílio Brasil na casa de R$ 400, integrantes do governo avaliam que a briga entre as alas econômica e política está longe de acabar.

A aposta é que os dois grupos continuarão a se criticar e um buscará enfraquecer o outro.

 

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