O Banco Mundial anunciou o empréstimo de US$ 1 bilhão ao governo federal para financiar a continuidade e expansão do Bolsa Família. Segundo o banco, o dinheiro será usado para beneficiar 1,2 milhão de famílias.

Em reais, o empréstimo foi calculado em R$ 5,2 bilhões pelo Banco Mundial. A verba será usada para retomar o Bolsa Família, já que o pagamento do benefício foi suspenso no início da pandemia, quando o governo passou a pagar as parcelas do auxílio emergencial.

Em nota, o Banco Mundial disse que o empréstimo é garantido pelo governo brasileiro e prazo médio de pagamento de 7,88 anos. O aporte será feito por meio do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird).

“Antes da pandemia, cerca de 13 milhões de famílias estavam cadastradas no Bolsa Família. O projeto [de empréstimo] financiará a ampliação do programa, e expandirá a proteção para ao menos 1,2 milhão de famílias pobres que continuarão a precisar de apoio após o fim do auxílio emergencial. As mulheres representam 90% dos beneficiários diretos. Essa ampliação beneficiará pelo menos 3 milhões de pessoas, entre elas 990 mil crianças e jovens e 7 mil”, diz a nota do Banco Mundial.

Segundo o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, “essa parceria com o Banco Mundial nos permitirá incluir famílias que se tornaram temporariamente pobres ou que não estavam cadastradas no programa anteriormente”.

 

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