Apesar de a Polícia Civil do Rio ter indiciado o casal Glaidson Acácio dos Santos, de 38 anos, e a venezuelana Mirelis Yoseline Diaz Zerpa, também de 38, sócios da GAS Consultoria Bitcoin, por crime contra a economia popular e outros três delitos, as investigações sobre o caso ficarão com a Polícia Federal.

Os dois são suspeitos de prática de outros crimes ainda mais graves, que se sobrepõem à atribuição da polícia estadual. É o caso, por exemplo, de crime contra o sistema financeiro nacional. A PF apura ainda delitos como gestão temerária, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Os investigadores federais encontraram indícios de que o grupo criminoso tem ramificações nos Estados Unidos e no Reino Unido.

Para a investigação, foi criada uma força-tarefa formada pela Polícia Federal, pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal (MPF), pela Receita Federal e pela Procuradoria da Fazenda Nacional. A PF já atua no caso desde 28 de maio, quando foram apreendidos R$ 7 milhões, no momento em que o dinheiro era colocado num helicóptero, em Búzios, na Região dos Lagos. O destino, segundo a polícia, seria a cidade de São Paulo.

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