Os quartéis de Brasília passam a funcionar em expediente reduzido por falta de comida. Para que os militares não deixem de se alimentar, passarão a siar mais cedo, informa o colunista Guilherme Amado.

Segundo ele, a partir desda quarta-feira (8) começou a ser cobrado apenas meio período por falta de arroz, feijão, óleo e carne.

No final de agosto, o Exército já falava em possibilidade de desabastecimento por conta da inflação.

“Aspectos conjunturais, como a pandemia da Covid-19, associada ao atual cenário da economia, têm ocasionado uma variação significativa de valores de diversos itens a serem adquiridos”, afirmou a nota, emendando: “Isso provocou o desabastecimento de alguns gêneros alimentícios”.

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