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Bem no momento em que o Brasil apresenta dados positivos para o controle da Covid-19, a Europa entra numa quarta onda de casos, novas variantes do vírus são descobertas na África – e essa junção de fatores pode botar em risco a segurança sanitária do país no Carnaval.

Este foi o alerta dado pela diretora-geral assistente da Organização Mundial de Saúde (OMS), Mariângela Simão, na abertura do Congresso Brasileiro de Epidemiologia. Ela se mostrou receosa com o futuro da pandemia no Brasil caso o país afrouxe o controle sanitário: “O Carnaval traz condições extremamente propícias para o aumento da transmissão comunitária”.

Bolsonaro diz que vai a debates em 2022 mas impõe condições

Mais de 70 cidades do interior de São Paulo já cancelaram a festa e, no Rio de Janeiro, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, garantiu que a cidade já atingiu quase 100% dos indicadores necessários para a realização do carnaval (de rua e na Marquês de Sapucaí). Ele afastou a possibilidade de cancelar mais uma vez a folia.

Por melhor que seja o momento do Rio,o cenário externo é preocupante, conforme alertou a diretora da OMS. O prefeito Eduardo Paes, que havia anunciado para 2022 “o maior Carnaval da história”, já botou as barbas de molho. “Se tiver condições vai ter, se não tiver condições, não vai ter. Torço para que tenha”, disse ele a VEJA.

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