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(ANSA) – O papa Francisco voltou a criticar os enormes gastos que os países fazem na compra de armamentos e defesa militar durante uma audiência no Vaticano com os membros da Organização de Voluntariado nesta segunda-feira (21).

    “Por que fazer a guerra para conflitos que deveríamos resolver conversando? Por que não unir, ao invés disso, as nossas forças e os nossos recursos para combater juntos as verdadeiras batalhas de civilidade: a luta contra a fome e contra a sede; a luta contra as doenças e as epidemias; a luta contra a pobreza e as escravidões de hoje”, acrescentou.

    Para Francisco, “não são escolhas naturais destinar grande parte dos orçamentos para a compra de armas porque isso quer dizer que significa tirar algo de outra coisa, de outra coisa para quem falta o necessário”. “Isso é um escândalo: as despesas com armas e o quanto se gasta com armas”, acrescentou.

    “Isso é grave. É preciso criar a consciência que continuar a gastar com armas suja a alma, suja o coração, suja a humanidade.

    De que adianta nos compromissarmos todos juntos, solenemente em nível internacional, nas campanhas contra a pobreza, contra a fome, contra a degradação do planeta, se depois voltamos ao velho vício da guerra, na velha estratégia de potência dos armamentos, que leva tudo e todos a voltar para trás?”, questionou os presentes.

    “Isso é grave. É preciso criar a consciência que continuar a gastar com armas suja a alma, suja o coração, suja a humanidade.

    De que adianta nos compromissarmos todos juntos, solenemente e em nível internacional, nas campanhas contra a pobreza, contra a fome, contra a degradação do planeta, se depois voltamos ao velho vício da guerra, na velha estratégia de potência dos armamentos, que leva tudo e todos a voltar para trás?”, questionou os presentes.

    O líder católico que todas as guerras fazem a humanidade “andar para trás” e que depois é preciso “recomeçar mais uma vez”.

    O Papa e também os representantes da Igreja Católica em órgãos internacionais como a ONU criticam constantemente o alto gasto das nações com despesas militares. (ANSA).

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