Com o voto de Luiz Fux, o Supremo formou maioria de 6 votos entre os 11 ministros para proibir o Ministério da Justiça de coletar informações sobre opositores de Jair Bolsonaro identificados como integrantes do movimento antifascista.

Seguindo o voto da relatora, Cármen Lúcia, os ministros consideraram que houve desvio de finalidade e de poder na elaboração do dossiê — chamado por alguns de “bisbilhotice” — por levar em conta posições políticas e ideológicas.

 

 

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