De acordo com os delegados Vitor Melo e Emília Ferraz, que coordenam as investigações, e Luciano Soares, superintendente da Polícia Civil da região metropolitana de João Pessoa, as investigações continuam em andamento e estão sendo buscados novos elementos para concluir a investigação.

Na coletiva, foi informado que um dos suspeitos manifestou interesse em colaborar com as investigações do crime, que já tem a participação ativa do Ministério Público.

De acordo com os delegados, as investigações são baseadas em indícios que a polícia encontrou nos últimos seis dias, onde apontou os três principais suspeitos, que são: Léon, Gean e Ricardo, que é sobrinho da vítima.

A polícia ainda disse que há indícios suficientes para apontar Leon como o executor do crime, o mesmo foi preso na noite do sábado (12), Ricardo Pereira, sobrinho de Expedito é apontado como o mandante do crime e foi preso na tarde desta quarta-feira (16). Gean, que está foragido, está sendo acusado de ter repassado o veículo e a arma.

Foi relatado que existiu uma organização dos três antes do crime. De acordo com a delegada Emília Ferraz, a motivação é financeira, gananciosa e por cobiça.  “Houve vontade em ter o que é do outro!”

Ricardo Pereira estava encarregado de administrar as finanças de Expedito, tinha cartões de débito e crédito e senhas de cartões e qualquer negociação no nome de Expedito teria que passar por Ricardo.

De acordo com os delegados, faltam alguns laudos e exames para concluir o caso, e a investigação continua.

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