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O Equador se tornou o primeiro país da América Latina a tornar a vacinação contra a Covid-19 obrigatória para a maior parte dos cidadãos do país. De acordo com o governo equatoriano, a decisão foi tomada por conta do aumento do número de infecções e da circulação de novas variantes.

A vacinação só não será obrigatória para os cidadãos equatorianos que tiverem uma condição médica que pode ser complicada pela vacinação. Essas pessoas, porém, precisarão comprovar sua condição por meio de documentação emitida por um médico.

Equador pode imunizar população inteira

De acordo com o governo do Equador, o país tem doses suficientes para a vacinação de toda a população do país com primeira e segunda dose. Segundo o Comitê de Operações Especiais do Equador, o acesso a locais públicos, como bares, restaurantes e cinemas, será condicionado à apresentação do comprovante de vacina.

Até a última terça-feira (21), o Equador já tinha vacinado em torno de 77% do total de 17,3 milhões de habitantes do país. Desse total, mais de 920.000 pessoas já receberam a dose de reforço da vacina, porém, o governo acredita que precisa fortalecer a estratégia de imunização.

Desde o início da pandemia, foram confirmadas 33.641 mortes em decorrência da Covid-19 no Equador. Além disso, também foram confirmados mais de 540 mil casos nesse período, o que coloca o país acima do número de contaminados em outros países sulamericanos, como Paraguai, Uruguai e Venezuela.

Medida é comum na Europa

Exigência da comprovação da vacinação não é incomum em países da Europa, como Itália, França e Portugal. Imagem: jacoblund – Istockphoto

Apesar de inédita na América do Sul, a decisão de tornar a vacina obrigatória já foi tomada por países de outros continentes, principalmente a Europa. Em países como Itália, Áustria, Dinamarca, França, Grécia, Irlanda, Holanda e Portugal.

No Brasil, a exigência do passaporte de vacina para entrada no país e ida em locais públicos é recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Porém, o Governo Federal e o Ministério da Saúde são contrários à exigência do comprovante.

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